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ANTES DA MOBILIDADE

1. Existência de Acordo ERASMUS+

Os docentes candidatos a mobilidade STA deverão aceder à página Parcerias- Erasmus+ e verificar qual a instituição mais adequada, dentro da área/curso em que lecionam.

2. Seriação dos docentes

Após submissão do formulário de pré-candidatura, o GRI seriará os docentes candidatos com base nos seguintes critérios:

Experiência de Mobilidade ERASMUS

(últimos 5 anos)

Pontos  Ponderação
sem fluxos de mobilidade
com um fluxo de mobilidade
com dois fluxos de mobilidade
com três ou mais fluxos de mobilidade
100
80
40
20
 40
Vínculo ao ISCAP-P.PORTO    30

exclusividade
tempo integral
tempo parcia

100
80
60
Atividades relacionadas com a gestão / organização do programa de mobilidade ao nível do curso ou instituição*    30

Coordenação de relações internacionais

Coordenadores de curso/mobilidade

Docentes do programa Internacional

Tutores

Restantes docentes



*as atividades não são cumulativas. No caso de terem sido indicadas várias atividades, será considerada a que tiver maior pontuação.

100

80

60

40

20





     

Total ponderado (E x 40%) + (V x 30%) + (I x 30%)

Critérios de desempate: nº de fluxos (será dada prioridade aos docentes que tenham menor número de fluxos); grau académico mais elevado; antiguidade no ISCAP

  100

Notas:

a. As desistências serão penalizadas em 20 pontos (-20), na candidatura seguinte.

b.  Em caso de indisponibilidade financeira para todos os candidatos seriados, os candidatos que tiveram bolsa no ano letivo anterior serão penalizados em 50 pontos (-50).

c.  Todas as mobilidades se poderão realizar, independentemente de serem ou não financiadas pelo Programa ERASMUS+. Neste caso, serão tratadas como de Missões de Ensino ERASMUS+ com “bolsa zero”.


3. Contactos com a Universidade de Acolhimento

Caso a mobilidade seja aprovada, caberá ao docente estabelecer os contactos com a universidade parceira, de forma a determinar as datas e o conteúdo da sua missão de ensino, dentro dos prazos comunicados pelo GRI-ISCAP, quando da confirmação da atribuição de bolsa.


4. Formalização da Candidatura

A candidatura terá de ser formalizada com 1 mês e meio de antecedência face à data de realização da missão e no máximo até dia 30 de abril do ano letivo em questão, mediante entrega/envio ao GRI-ISCAP dos seguintes documentos:


a) Missão ao Estrangeiro, submetida via Plataforma DOMUS.


b) Programa da Missão de Ensino (Mobility for Teaching), preenchido e assinado por ambas as partes.


Quando o Gabinete de Comunicação e Relações Externas (GCRI) do P.PORTO recebe estes documentos, devidamente preenchidos e assinados, por todas as partes dá início ao processo de mobilidade, para que a mesma seja autorizada e financiada.

Quando a missão  estiver autorizada pela presidência do P.PORTO, o GCRI emite o Contrato ERASMUS e, caso se aplique, faz o pedido de pagamento da primeira parte da Bolsa.

A celeridade do processo depende da data de formalização da candidatura, sendo que não há garantia de pagamento antecipado de bolsa para as missões de ensino cujos documentos cheguem ao GCRI com menos de 1 mês de antecedência, face à data de realização da mobilidade.

AS CANDIDATURAS SERIADAS  E FINANCIADAS COM BOLSA QUE NÃO FORMALIZADAS ATÉ O PRAZO LIMITE INDICADO PELO GRI, SERÃO COLOCADAS EM LISTA SUPLENTE. A BOLSA SERÁ AUTOMATICAMENTE ATRIBUÍDA A OUTRA/S CANDIDATURA/S EM LISTA DE ESPERA. 


5. Gestão da Bolsa

O docente é responsável por fazer a gestão da bolsa para pagamento da deslocação e das despesas de subsistência.


6. Kit de Mobilidade

Antes de se deslocar para a instituição de destino, deverá passar pelo GRI-ISCAP para levantar o Kit de Mobilidade, a entregar à pessoa de contacto.

 

DURANTE A MOBILIDADE

1. Duração da mobilidade

Uma Missão de Ensino ERASMUS +tem a duração mínima de 8 horas  e de 2 dias completos de trabalho, sendo que se recomenda que haja equilíbrio entre o número de dias em mobilidade e o número de horas de ensino. As missões poderão ser conjugadas com outras atividades, nomeadamente a monitorização de alunos, o desenvolvimento de novos projetos de cooperação, a investigação ou atividades decorrentes de outros projetos.

As Missões de Ensino terão de ser realizadas até final do mês de julho e obrigatoriamente durante as atividades letivas da universidade de acolhimento.

 

DEPOIS DA MOBILIDADE

À chegada, o docente deve entregar no GRI-ISCAP os cartões de embarque e o certificado de mobilidade, devidamente assinado pela entidade de acolhimento.

 
Tel: +351 229 050 050
Fax: +351 229 025 899
Rua Jaime Lopes Amorim, s/n
4465-004 S. Mamede Infesta
Portugal